Quem Somos

História


A Rede Feminina de Combate ao Câncer existe de fato desde 1954, quando o eminente professor Henrique Melega, cancerologista de São Paulo, veio a Teresina para auxiliar na Campanha de Combate ao Câncer a convite do Governo do Estado do Piauí e do então presidente da Sociedade Piauiense de Combate ao Câncer, Dr. Ulisses Marques. Nesta época foi criado um Comitê Feminino, transformado mais tarde na Rede Feminina de Combate ao Câncer.
Somente em 08 de abril do ano de 1986 a Rede Feminina foi instalada oficialmente, tendo seu estatuto sido registrado em cartório na data de 06 de abril de 1987.
A instalação oficial da Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer do Piauí, filiada à Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer, foi realizada pela seguinte diretoria:
•             Erice Tito Gonçalves Couto (presidente);
•             Maria Nazareth Ribeiro de Almeida Andrade (vice-presidente);
•             Thalita Sousa e Neiva (1ª secretária);
•             Maria Francisca Barbosa de Almeida (2ª secretária);
•             Maria José da Cunha Ribeiro (1ª tesoureira) e;
•             Maria Dora Leão de Carvalho (2ª tesoureira).
 
Inicialmente, a entidade atuava com um grupo pequeno, somente distribuindo cestas básicas e visitando as enfermarias do Hospital São Marcos, onde ficam internados os pacientes oncológicos. Hoje, a Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer do Piauí conta com cerca de 80 voluntárias e divide seu trabalho em várias vertentes. Possui diretoria executiva composta pelos cargos de presidente, vice-presidente, 1ª tesoureira, 2ª tesoureira, 1ª secretária e 2ª secretária, conselho fiscal e assembléia geral das voluntárias como órgão deliberativo. Esta diretoria executiva é formada por voluntárias eleitas de acordo com o estatuto da associação.
A Rede Feminina é uma associação filantrópica que tem por finalidade a luta social no combate ao câncer, prestando serviços gratuitos e permanentes com a colaboração de voluntárias que trabalham para o bem-estar do doente carente oncológico em tratamento no Piauí.
 
Seus objetivos gerais são:
 
1.            Divulgação de conhecimentos sobre o câncer, especialmente visando à prevenção da moléstia;
2.            Assistência ao doente em tratamento e arrecadação de fundos em favor do doente oncológico carente.
 
 
Lar de Maria
 
A Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer do Piauí também é responsável pela Casa de Apoio à Criança com Câncer – Lar de Maria, inaugurada em junho de 2000. Nesta casa são amparadas às crianças carentes portadoras de câncer e seu responsável, provenientes do interior do Piauí e de outros estados, durante o tratamento oncológico em Teresina. O Lar de Maria oferece hospedagem, alimentação, material de higiene pessoal, roupas, calçados, brinquedos, cestas de alimentos, auxílio para aquisição de medicamentos, passagens, atividades sócio-educativas e lazer. Essa unidade de atendimento funciona como um ponto de apoio para o paciente em Teresina e ela representa um avanço da Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer do Piauí trazendo enormes benefícios a todos aqueles que dela necessitam durante o tratamento e contribuindo para a elevação da auto-estima dos pacientes. O Lar de Maria não gera qualquer tipo de ônus para o paciente e seu acompanhante no processo de tratamento a que estão submetidos.
A Rede Feminina Estadual de Combate ao Câncer do Piauí desenvolve suas atividades contando com o apoio de voluntários e de funcionários. Estes, principalmente lotados na casa de apoio Lar de Maria, e também, no serviço de telemarketing da entidade. Toda a manutenção destes projetos é efetuada graças às doações captadas pelas voluntárias e pelo telemarketing por meio de campanhas realizadas durante o ano inteiro.

Imagens:

  • Elas cuidam com carinho das pessoas que necessitam